2023
dez
01
Curso

7ª edição do Agrárias Chef aborda Copa do Mundo Feminina

Na terça-feira, 29 de outubro, o Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica) realizou a 7ª edição do Agrárias Chef, competição culinária que integra os cursos de ciências agrárias e culinária. O evento, realizado na Unidade II da instituição, foi desenvolvido como método avaliativo das disciplinas de Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Processamento de Produtos Agroindustriais.

Neste ano, a iniciativa trouxe a essência da Copa do Mundo de Futebol Feminina para as cozinhas dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia. Neste desafio culinário, doze equipes representando países participantes do torneio se enfrentaram em uma competição intensa.

Os acadêmicos participam de todo o processo, seguindo as exigências de preparo de pratos, respeitando normas e regulamentos específicos, além de priorizar a excelência no sabor. Os principais critérios de avaliação abrangem a relação do produto com a cultura e a história, a análise do produto em si, incluindo embalagem, rotulagem, especificações, serviço de inspeção e considerações sobre alergênicos, além de explorar a estrutura organizacional envolvida.

O organizador do evento, professor mestre Thiago Fontolan Tardivo, explica que O Agrárias Chef é uma oportunidade para os estudantes dos cursos de ciências agrárias desenvolverem suas habilidades culinárias e aprenderem sobre o processamento de produtos agroindustriais.

A bancada de jurados foi composta pelas professoras Doutora Angélica Pedrico e Doutora Marina Delphino, docentes do UniCatólica, e pela Engenheira de Alimentos, Verônica França. Para a jurada, Angélica Pedrico, o Agrárias Chef contribui para o entendimento da cadeia agroindustrial dentro das ciências agrárias. “Nós, profissionais das ciências agrárias, trabalhamos para a produção de alimentos. Não só para isso, mas também para trazer uma segurança alimentar. Então, enquanto o profissional da agronomia trabalha para a produção vegetal, o pessoal da zootecnia trabalha na produção animal e o pessoal da veterinária trabalha muito na inspeção, garantindo essa segurança. Então, esse evento traz essa complexidade do estudante entender a importância da produção de alimentos e a importância de levar esse alimento para a mesa do consumidor.”, relatou.

Os jurados da competição, da esquerda para a direita: Profª Dra. Marina Delphino, Profª Dra. Angelica Pedrico, Prof. Me. Thiago Tardivo e a Engenheira de Alimentos, Verônica França.

 

Além disso, a docente destaca que o evento proporciona o intercâmbio cultural entre os acadêmicos e os países representados na competição. “Um dos traços mais fortes de uma nação são os hábitos alimentares. O acadêmico tem essa percepção de como aquele alimento é utilizado, os pratos que são utilizados através daqueles alimentos produzidos, principalmente os alimentos de origem animal. Isso é um marco muito importante. Isso traz a integralidade da questão acadêmica.”, frisou a docente.

 

Experiência Acadêmica

 A equipe vencedora da noite foi a American Vet, representante dos Estados Unidos, formada pelos acadêmicos do oitavo período de Medicina Veterinária: Taísa Tavares Ribeiro, Athirson Oliveira, Geovanna Alencar, Geraldo Martins e Samira Ferreira.

O grupo desenvolveu o meatloaf (bolo de carne). Para a acadêmica Taísa Tavares Ribeiro, a experiência agregou muito conhecimento. “Tudo o que estudamos na disciplina de Tecnologia de Produtos de Origem Animal com o professor Thiago Tardivo foi colocado em prática, desde identificar a qualidade da carne, maciez, adquirir suculência, até a obter conhecimento sobre as embalagens e rotulagens necessárias para uma possível venda do produto”, relatou.

A estudante relata ainda que participar da competição proporcionou um grande aprendizado sobre a cultura estadunidense. “Toda a emoção e responsabilidade de montar um prato do zero, pesquisando as origens e culinária de um país específico, foi um aprendizado sem igual. O meu país foi o Estados Unidos e pesquisei afundo sobre a culinária de lá. E quando nosso grupo decidiu fazer o meatloaf já sabíamos que ia ser um sucesso, devido os americanos amarem o prato.”, compartilhou.

A estudante relata que participar da competição proporcionou um aprendizado sobre a cultura dos Estados Unidos. ‘Toda a emoção e responsabilidade de montar um prato do zero, pesquisando as origens e culinária de um país específico, foi um aprendizado sem igual. O meu país foi o Estados Unidos e pesquisei a fundo sobre a culinária de lá. E quando nosso grupo decidiu fazer o meatloaf já sabíamos que ia ser um sucesso, devido os americanos amarem o prato.”, compartilhou.

 

As equipes e pratos

Equipe Ram Cooking, representando a Nigéria, com espetinho de carneiro com pasta de amendoim com pimenta; Equipe Fika, representando a Suécia, com bolas de carne bovina e suína; Equipe Panaviche, representando o Panamá, com ceviche de tilápia com banana caramelizada; Equipe La Casinha, representando o Haiti, com panelinha de peixe com frango; Equipe Koreia Street Food, representando a Coréia do Sul, com linguiça de carne de porco; Equipe Riquenhos, representando a Costa Rica, com tamales: pamonha com carne suína; Equipe Irlandeses, representando a Irlanda, com esconderijo: carne de cordeiro; Equipe Dinamáquina, representando a Dinamarca, com frika: almôndega de carne suína; Equipe American Vet, representando os Estados Unidos, com meat loaf: bolo de carne; Equipe Sabor das Ilhas, representando as Filipinas, com adobo filipino; Equipe KingFish, representando a Inglaterra, com nuggets de peixe com batata; e Equipe Doce Nuvem, representando a Nova Zelândia, com Pavlova.

 

 

 

O Agrárias Chef

A competição Agrárias Chef é realizada desde 2019 e é aberta a todos os acadêmicos da instituição, sem necessidade de inscrição prévia. Os pratos não são vendidos, mas são limitados e destinados à degustação dos jurados e alguns participantes.

O objetivo principal da competição é desenvolver habilidades e competências nos estudantes, de forma a auxiliá-los no conteúdo programático das disciplinas. A competição aplica a cultura Maker, que defende que qualquer pessoa pode construir, consertar ou criar seus próprios objetos.

 

 

Publicado por Lorenna Costa

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